A proposta do supercomputador
Os promotores descreveram um esquema que dependia de uma única promessa sedutora: um supercomputador trabalhava 24 horas por dia para minerar moedas digitais, e fazia isso pelos investidores. A proposta foi suficiente para arrecadar US$ 24 milhões de centenas de pessoas. O problema? Não havia operação real de mineração por trás dos retornos.
Em vez disso, o dinheiro circulava por uma estrutura clássica de Ponzi. Os primeiros investidores eram pagos com o dinheiro dos mais recentes, enquanto Kovar embolsava o resto.
A alegação do FDIC
Para dar credibilidade à história, Kovar usou um nome em que as pessoas confiam. Ele disse aos investidores que seus fundos eram segurados pelo FDIC. Essa é uma agência federal que protege depósitos bancários, não empreendimentos de mineração de criptomoedas. A alegação foi uma distração deliberada e provavelmente ajudou a acalmar os nervos de pessoas que, de outra forma, poderiam desconfiar.
O veredicto
O júri não acreditou. Após ouvir as evidências, eles voltaram com um veredicto de culpa. Kovar agora aguarda a sentença, embora o tribunal ainda




