O argumento de Schiff para um Bitcoin a US$ 20.000
Falando esta semana, Schiff identificou resistência perto de US$ 65.000 e suporte em torno de US$ 58.000, com uma possível queda abaixo de US$ 50.000. Ele admite que deveria ter comprado Bitcoin há 15 anos, mas diz que não se arrepende de ter perdido os últimos cinco anos. Sua tese central: o mercado já antecipa que Saylor não pode vender sem derrubar o preço, então a pressão de venda já está precificada — e essa pressão só aumentará.
A posição desconfortável da Strategy
A Strategy levantou US$ 450 milhões por meio de uma venda de ações ordinárias na semana passada, aumentando suas reservas de caixa para US$ 3 bilhões. Mas não usou nenhum desse dinheiro para comprar Bitcoin — uma quebra de seu padrão habitual. Em vez disso, vendeu 3.588 BTC, a primeira venda notável em um bom tempo. Schiff argumenta que Saylor está encurralado: se ele vender mais, o preço cai; se não vender, o mercado assume que ele está preso. De qualquer forma, diz Schiff, as perspectivas são sombrias.
Analistas reavaliam a acumulação corporativa de Bitcoin
A pausa e a pequena venda da Strategy levaram analistas a reavaliar o modelo de acumulação corporativa de Bitcoin. Por anos, o manual era simples: tomar emprestado ou vender ações, comprar Bitcoin, ver as ações subirem. Mas com o Bitcoin sendo negociado pouco abaixo de US$ 65.000 — alta de quase 5% na última semana — o modelo mostra rachaduras. A decisão da empresa de vender em vez de comprar, mesmo com US$ 450 milhões frescos em mãos




