Onda de Calor e Apagões
As temperaturas dispararam em toda a região, elevando a demanda por eletricidade além da capacidade. Apagões rotativos foram relatados em vários países, interrompendo a vida cotidiana e gerando preocupações sobre a resiliência das redes elétricas. A onda de calor não mostra sinais de diminuição, com previsões indicando temperaturas elevadas contínuas nas próximas semanas.
Os apagões afetaram residências, hospitais e empresas. Em algumas áreas, bombas d'água pararam de funcionar, agravando a crise. As autoridades pediram economia de energia, mas não forneceram um cronograma para quando a energia total poderá ser restaurada. Os cortes também afetaram telecomunicações e transporte, aumentando a perturbação.
Moradores relataram apagões de horas, com algumas áreas ficando sem eletricidade durante a maior parte do dia. A falta de energia dificultou o uso de ar-condicionado, ventiladores e refrigeração, representando riscos à saúde no calor extremo. A onda de calor expôs a fragilidade da infraestrutura elétrica da região, que há muito sofre com subinvestimento e problemas de manutenção.
O Norte da África é uma região-chave para a produção de energia, com grandes campos de petróleo e gás na Líbia, Argélia e Egito. Os apagões levantam questões




