Kristalina Georgieva, diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, completou seis anos no cargo esta semana com uma entrevista abrangente publicada pela Bloomberg. Ela discutiu como a instituição enfrentou a pandemia de COVID-19, a invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia e o rápido surgimento da inteligência artificial — e enfatizou a importância de não repetir os erros da globalização passada ao estabelecer regras para a IA.
Seis anos de choques globais
Georgieva lidera os 191 países-membros do FMI. Na entrevista com Francine Lacqua, parte da série 'Leaders' da Bloomberg, ela refletiu sobre a necessidade de confiança quando os governos implementam reformas difíceis. Seu mandato viu o FMI disponibilizar empréstimos recordes durante a pandemia e coordenar sanções contra a Rússia. Ambas as respostas tiveram efeitos profundos no sistema financeiro global — incluindo, indiretamente, o surgimento de alternativas descentralizadas.




