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Bitcoin pode cair para US$ 39 mil a US$ 49 mil, alerta analista NoName, enquanto decisão do Fed se aproxima

Bitcoin pode cair para US$ 39 mil a US$ 49 mil, alerta analista NoName, enquanto decisão do Fed se aproxima

O Bitcoin caiu para cerca de US$ 63.000 nesta quinta-feira, enquanto o analista pseudônimo NoName previu que a criptomoeda pode cair ainda mais — para a faixa de US$ 39.000 a US$ 49.000 — após primeiro preencher uma lacuna de valor justo (FVG) acima do preço atual. O mercado de previsão Kalshi atribui 55% de probabilidade de que o Bitcoin atinja US$ 50.000 antes de US$ 100.000.

A teoria da lacuna de valor justo

NoName espera que o Bitcoin primeiro suba para preencher a lacuna de valor justo (FVG) acima do preço atual, depois caia dentro de um a três dias para a faixa inferior. Ele compara o sentimento atual do mercado com 2018, quando uma alta precedeu a queda final. NoName vendeu Bitcoin perto de sua máxima histórica de 2025, em torno de US$ 117.000, antes do mercado baixista se instalar.

Uma visão contrária

Nem todos estão convencidos de que a queda ocorrerá. O trader KillaXBT argumenta que esperar o Bitcoin revisitar US$ 50.000 ou US$ 40.000 pode ser um erro. Ele traça um paralelo com 2022, quando traders esperavam por US$ 10.000 — um nível que nunca veio. A implicação: o mercado pode não dar uma segunda chance aos retardatários nesses preços.

Contexto do mercado

O Bitcoin caiu cerca de 3% nos últimos sete dias, embora ainda esteja subindo mais de 5% nos últimos 30 dias. O preço atual está aproximadamente 50% abaixo da máxima histórica de mais de US$ 126.000 registrada em outubro de 2025. A decisão de taxa do Fed adiciona outra camada de incerteza — movimentos de taxa historicamente impulsionam volatilidade de curto prazo nas criptomoedas.

A decisão do Fed é esperada para hoje. O cronograma de NoName sugere uma possível queda dentro de dias após o preenchimento da FVG. Se a lacuna será preenchida primeiro ou o mercado romperá para baixo é a questão em aberto imediata. Por enquanto, os traders estão de olho nos gráficos — e no banco central.