Por que as Stablecoins estão se tornando infraestrutura financeira
Os meios de pagamento tradicionais — bancos, SWIFT e redes de cartões — dominam há muito tempo as transferências transfronteiriças, mas frequentemente tropeçam em velocidade, custo e transparência. As stablecoins, atreladas a moedas fiduciárias ou commodities, oferecem uma alternativa quase instantânea e de baixa taxa que pode liquidar 24/7 sem intermediário. Segundo um relatório recente da Crypto Finance Alliance, 68 % das empresas fintech pesquisadas agora consideram as stablecoins como um “componente central” de seus roteiros de produto.
De token de nicho a ativo mainstream
O que antes parecia um experimento marginal agora se assemelha a uma classe de ativos mainstream. Grandes exchanges como Binance e Kraken relataram um aumento de 42 % no volume de negociação de stablecoins em comparação ao ano anterior, enquanto processadores de pagamento globais como Visa iniciaram programas piloto que integram a liquidação em stablecoins em suas redes. Esse impulso não se limita aos Estados Unidos; o marco regulatório PSD2 da Europa e as iniciativas de open banking da Ásia estão criando sandboxes regulatórios que acolhem o uso de stablecoins.
Principais impulsionadores por trás da marca de US$ 283,7 B
Várias forças estão convergindo para impulsionar o mercado:
- Apoio regulatório: As diretrizes de 2025 do Financial Stability Board esclareceram que stablecoins que atendam a requisitos específicos de reservas podem ser tratadas de forma semelhante a fundos tradicionais de mercado monetário.
- Confiança institucional: Fundos de hedge e fundos soberanos alocaram até 5 % de sua exposição a cripto em stablecoins, citando liquidez e
