O âmbito da operação
Ao longo da missão, unidades do IDF visaram e desmantelaram mais de mil posições do Hezbollah. Os locais incluíam postos de observação, esconderijos de armas e centros de comando. A operação foi uma das campanhas terrestres mais extensas na área nos últimos anos.
Os oficiais militares descreveram o trabalho como metódico. Os soldados percorreram vilas e encostas, muitas vezes sob fogo, para limpar a infraestrutura que havia sido construída ao longo dos anos. O número de locais — 1.200 — sublinha a profundidade da presença do Hezbollah na região.
O que o fim da missão sinaliza
A conclusão da operação não aponta para uma retirada. Em vez disso, sinaliza uma mudança de postura. As forças israelenses permanecem no local, e os militares indicaram que a campanha contra as capacidades do Hezbollah está em andamento.
Não há data definida para uma retirada. O IDF não anunciou planos para reduzir sua presença no sul do Líbano. A mensagem dos militares é clara: o trabalho não está terminado.
O Hezbollah, por sua vez, não comentou publicamente a escala das perdas. A ala militar do grupo foi enfraquecida pela campanha, mas ainda mantém presença em outras partes do Líbano.
Questões não resolvidas
O fim desta missão deixa uma questão fundamental sem resposta: por quanto tempo as forças israelenses permanecerão? Os militares não forneceram um cronograma. A conclusão da operação é um marco, mas não um final.
Para os residentes do sul do Líbano, o futuro permanece incerto. A presença contínua do IDF significa que o risco de novos confrontos é real. A próxima fase pode envolver




