O sedã de 1.153 cv
A Mercedes não apenas colocou baterias em uma plataforma existente. O AMG GT usa três motores de fluxo axial desenvolvidos por sua subsidiária YASA. Juntos, eles produzem 1.153 cv e 1.475 lb-pé de torque. O carro vai de 0 a 60 mph em dois segundos exatos — números que o colocam ao lado dos hipercarros mais extremos do planeta. A Mercedes pegou a tecnologia do trem de força do seu conceito XX, que estabeleceu um recorde no ano passado ao percorrer 24.901 milhas ao redor do Anel Nardò, na Itália, em menos de oito dias. Esse teste de resistência é importante: prova que os motores podem sustentar potência extrema sem superaquecer.
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Por que o momento é importante para as criptomoedas
Investidores institucionais com ganhos — ou perdas — em criptomoedas estão procurando alternativas. Com a dominância do BTC alta e as altcoins com desempenho abaixo do esperado, o apetite por ativos digitais de alto risco é fraco. Um VE de produção com confiabilidade recorde é exatamente o tipo de narrativa que atrai capital de apostas especulativas para histórias de crescimento industrial. Ações de VE como Tesla, Rivian e montadoras tradicionais com fortes linhas de VE podem ver entradas de capital à medida que a narrativa de rotação ganha força. Para as criptomoedas, isso significa um vento contrário. Menos liquidez perseguindo tokens, mais perseguindo torque.
O que o teste de resistência prova
A corrida em Nardò não foi um golpe publicitário


