O governo da Hungria afirmou esta semana que reverterá as restrições à negociação de criptomoedas que implementou no início deste ano — regras que tornavam as conversões não aprovadas um crime tanto para usuários quanto para prestadores de serviços. A reviravolta ocorre após a União Europeia levantar preocupações sobre a política, que efetivamente proibia a maioria das transações peer-to-peer e de balcão (OTC) de criptomoedas, a menos que passassem por um validador aprovado pelo governo.
O que as regras antigas exigiam
As restrições exigiam que qualquer pessoa que convertesse criptomoedas em moeda fiduciária (ou trocasse uma criptomoeda por outra) o fizesse por meio de um processo de validação aprovado. Fazer isso fora desse canal expunha tanto a pessoa que realizava a transação quanto a plataforma que a facilitava à responsabilidade criminal. Isso significava que até mesmo uma simples troca de carteira para carteira poderia colocar ambas as partes em problemas legais. Participantes do setor na Hungria afirmaram que as regras eram inviáveis e levaram a atividade para a clandestinidade ou para exchanges




