Os principais riscos legais
A compensação oculta é um problema central. A FTC exige a divulgação 'clara e visível' de conexões materiais, e a SEC tratou a promoção paga não divulgada como propaganda ilegal — o caso Kardashian/EthereumMax é o exemplo mais claro. O relatório também destaca o enquadramento de investimento: linguagem como 'entrada antecipada', 'subvalorizado', 'isto é apenas o começo' ou 'não perca' transforma marketing em promoção financeira. Os reguladores sinalizam essa linguagem.
Depois, há a questão das imprecisões amplificadas. Influenciadores que não compreendem totalmente um produto podem fazer afirmações mais fortes do que as oficiais. As marcas podem ser responsabilizadas se iniciaram a campanha ou forneceram pontos de discussão.
O panorama regulatório aperta
As regras transfronteiriças estão a tornar-se mais rigorosas. Na UE, o MiCA exige que o marketing de criptomoedas seja identificável, justo, claro, não enganador e consistente com os white papers. No Reino Unido, a ASA fornece orientação sobre a identificação de anúncios. O relatório observa que os reguladores examinam toda a cadeia: quem falou, que incentivos existiam, quão coordenada foi a promoção e como o público reagiu. Os sinais de alerta incluem vários influenciadores a promover a mesma mensagem, publicações agrupadas em torno de eventos sensíveis ao mercado




