As Principais Alegações
Os autores afirmam que o material de marketing da Anthropic prometia mais acesso do que o serviço realmente entregava. De acordo com o processo, a empresa exagerou os limites de uso do Claude Max, deixando os assinantes com menos capacidade do que o anunciado. Também diz que a empresa enganou os clientes sobre quanto dinheiro poderiam economizar ao escolher o nível de assinatura em vez de pagar por uso.
O processo centra-se no que foi dito — e não dito — quando as pessoas compraram os planos. Aqueles que se inscreveram argumentam que foram atraídos com números específicos sobre uso e custos, mas esses números não se mantiveram quando começaram a usar o produto.
O que o Plano Claude Max Prometeu
O Claude Max é uma assinatura premium que oferece acesso mais intensivo ao modelo de linguagem grande da Anthropic. A empresa o comercializa como uma forma de usuários frequentes obterem mais interações a um preço mensal previsível. Mas o processo alega que as letras miúdas continham limites que prejudicavam essas promessas.
Por exemplo, a queixa diz que a Anthropic destacou economias potenciais para usuários frequentes, mas as restrições reais de uso significavam que muitos clientes nunca chegaram perto do ponto de equilíbrio. O resultado, argumentam, foi uma assinatura que custou mais do que economizou.
Os Fundamentos Legais
O caso é apresentado como uma ação coletiva, o que significa que representa um grupo de assinantes afetados, em vez de um único indivídu




